
segunda-feira, 28 de março de 2011
post recortado de uma nota jornalística mental

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
da nova investida: ler os vivos

Eu comecei a ler e larguei. Estava na página sessenta e pouco. O cara principal lá no sofá, parado na vida, o tédio e a completa falta de perspectiva também me parou.
Meses depois, o livro é a única coisa ao meu lado e eu estou em algum lugar. Pego-o. Abro-o. Na página cento e tanto - vamos ver o que se lê por aqui. Até porque eu ainda não sei o que aquela imagem esquisita faz numa das últimas páginas do livro. Vejamos.
Não eram muito lúcidas as condições, mas o bicho me pegou de jeito. Eu não sabia se quem delirava era o personagem ou era eu, perdido e translúcido que fiquei nas palavras que, sem sentido, faziam sua meta. Por alguns segundos o livro inclusive não pesou na minha mão apoiada nos joelhos, eu meio desajeitado na cama. Juro, o livro flutuou, mesmo preso entre os dedos. As palavras saíam das páginas e corriam pra dentro dos olhos, ainda que vesgo mais ou menos.
O que faz um livro é o resultado provocado nos sentidos. Por isso, recomendo.
(entrevista do Lourenço pra Vice aqui)
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
almocinho com ela no final da tarde
sexta-feira, 21 de maio de 2010
os mais equilibrados são uns inúteis
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Flores melódicas e humores brancos daquela musiquinha qualquer
Ease your feet off in the sea
My darling it's the place to be
Take your shoes off curl your toes
And I will frame this moment in time
Troubles come and troubles go
The trouble that we used to know
Will stay with us till we get old
Will stay with us till somebody decides to go
Decides to go

